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Tiroteios na região metropolitana do Rio de Janeiro caem 32% durante quarentena, aponta relatório

Dados correspondem ao período entre 14 de março e 13 de maio


(Foto: Divulgação)

A região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro registrou uma queda de 32% no número de tiroteios entre 14 de março e 13 de maio, período de isolamento social no estado por conta do novo coronavírus (Covid-19), segundo relatório da plataforma Fogo Cruzado.

De acordo com o estudo, foram registrados 992 tiroteios ou disparos de arma de fogo no período, contra 1454 ocorrêcias no mesmo espaço de tempo em 2019.

Durante os tiroteios em 2020, 345 pessoas foram atingidas, deixando 158 mortos e 187 pessoas feridas, o que representa uma queda de 28% em relação ao ano passado, quando o número de baleados chegou a 479, com 234 vítimas fatais e 245 feridos.

Porém, em comparação com o período pré-quarentena de 2020, a média diária de tiroteios aumentou. Enquanto no período entre 1 de janeiro e 13 de março foram registrados 1024 tiroteios e uma média de 14 ocorrências diárias, entre 14 de março e 13 de abril a média foi de 16 por dia.

Entre as regiões do chamado Grande Rio, a zona norte da capital fluminense permaneceu como a mais perigosa, registrando 368 ocorrências,  ou seja, 37% do total. Em seguida ficaram os municipios da baixada fluminense com 197, o leste da região metropolitana com 194 e a zona oeste com 186. Ainda houve 28 tiroteios no centro do Rio e 19 na zona sul, região mais nobre da cidade.

Já me relação aos municípios, o Rio de Janeiro ficou com 61% dos casos, com 601 registros, seguido por São Gonçalo com 128. Entre os bairros, o que concentrou maior número de disparos foi a Vila Kennedy, com 64, seguida pelo complexo do Alemão com 35, Cidade de Deus e Tijuca com 32 cada.

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