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Rodolfo Marques explica por que famosos têm investido em criptomoedas

Redação/RedeTV!

Criador do canal Vamos Pra Bolsa destaca que escassez do bitcoin faz com que tenda a  se valorizar ao longo dos anos

(Foto: Divulgação)

Disruptivo, moderno e com grande potencial de crescimento, o mercado de criptomoedas desperta interesse de diversos perfis de investidores. São pessoas anônimas, pequenos investidores, até atores famosos, jogadores de futebol e empresários que depositam parte de sua fortuna em criptomoedas. Para quem quer se inspirar nessas personalidades alguns nomes chamam a atenção e mostrariam a segurança do mercado cripto. Entre eles estão o jogador de futebol Lionel Messi, a modelo Gisele Bündchen, o CEO do Twitter, Jack Dorsey, e o dono da Tesla, Elon Musk. Esse último merece destaque: ele investiu US$ 1,5 bilhão em Bitcoins, o que equivale a 7,7% da posição geral de caixa da empresa e cerca de 15% da posição líquida de caixa.

Rodolfo Marques, especialista em investimentos, destaca que famosos e grandes empresários, por possuírem montantes maiores, enxergam as criptomoedas como uma interessante alternativa devido ao seu potencial de crescimento. “Quem tem mais dinheiro tende a ver os investimentos a longo prazo. Eles procuram maior diversificação nas suas aplicações. Possuem investimentos em renda fixa e variável tradicional, mas têm também um pé no mercado cripto, por acreditarem também ser uma modalidade disruptiva”, afirma Marques.

O ator Ashton Kutcher é uma das personalidades mundiais que mergulhou nesse mundo das criptomoedas. “O Ashton já apareceu, inclusive,  junto com Vitalik Buterin, fundador do Ethereum, segundo maior projeto cripto que temos hoje no mercado”.

Outras personalidades famosas e reconhecidas mundialmente que investem em criptos são o boxeador Mike Tyson, Snoop Dogg, Steven Seagal e Kanye West. Para Marques isso evidencia a sustentabilidade deste ativo. Rodolfo explica que, no caso do Bitcoin, ele tende a se valorizar ainda mais ao longo dos anos devido a sua escassez, que pode ser mensurada pelo modelo stock to flow. “Nós sabemos que o estoque de Bitcoin é limitado em até 21 milhões. Assim, a cada 4 anos, nós sabemos que a sua produção vai diminuir pela metade. Nesse sentido, o preço do Bitcoin só tende a aumentar, uma vez que a demanda pela criptomoeda tende a aumentar e sua quantidade é bem limitada”. Portanto, vale a máxima de observar para onde os grandes estão correndo.

Rodolfo reforça que o preço que pode atingir um Bitcoin ainda pode surpreender, já que seu modelo, baseado na escassez, gera essa valorização, a exemplo do que se observa. “Existem apenas 21 milhões de bitcoins no mundo, enquanto que há, no planelta, 56 milhões de milionários, ou seja, se cada milionário quisesse comprar um bitcoin, não haveria disponibilidade. Nem todo milionário poderá ter um e se mais pessoas se atentarem a isso, o preço irá disparar ainda mais”, finaliza.

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