Filha de Renato Gaúcho expõe assédio de candidatas a madrasta e dispara: "Corto logo"
Publicada:19/03/2026 10:19:00
Redação RedeTV!
Criadora de conteúdo não esconde o ciúme e revela impaciência com cantadas na web

(Foto: Reprodução/Instagram)
Carolina Portaluppi detalhou sua relação de proximidade e os bastidores da convivência com o pai, o técnico Renato Gaúcho, em entrevista divulgada pela revista Quem nesta quinta-feira (19). A criadora de conteúdo acompanhou o treinador em passagens por diversos clubes, incluindo uma viagem aos Estados Unidos para assistir ao Fluminense em 2025.
Embora mantenham uma parceria constante, os dois optaram por viver em endereços separados no Rio de Janeiro. A jovem de 31 anos explicou que a decisão de não compartilharem o mesmo teto foi mútua, motivada por manias específicas do ex-jogador.
"A gente não mora junto, mas a gente fica muito junto. Ele mora do meu lado, mas eu moro sozinha e ele mora sozinho, mas a gente chegou no consenso de que não dava pra morar junto, porque ele tem muito TOC. Meu Deus! Eu falei 'Olha, você tá ficando mais velho e vai ficar cada vez mais suportável' (risos). Mas a gente passa grande parte do tempo juntos, ele é meu melhor amigo, então a relação é muito bacana. Eu o amo muito" ressaltou a filha do técnico.
Longe de casa, a dupla compartilha o interesse pelo futevôlei nas areias cariocas. O clima amistoso, no entanto, costuma ser substituído pela competitividade esportiva durante as partidas, ainda que o veterano atue como conselheiro da influenciadora.
"A gente joga futevôlei junto. A gente sempre joga contra, mas jogamos juntos esses dias pela primeira vez. Ali a gente acaba brigando porque não somos pai e filha" explicou Carol.
O ciúme também é um fator presente na rotina da família Portaluppi. Carolina revelou que recebe frequentemente investidas de mulheres interessadas em se tornarem sua madrasta, algo que ela prontamente rechaça nas redes sociais.
"Eu tenho ciúme dele. As mulheres fazem questão de vir falar comigo. Eu recebo muita mensagem no Instagram pedindo pra ser minha madrasta, um monte de coisa. Eu já corto logo porque não tenho paciência pra isso. Não gosto dessas brincadeirinhas, dessas piadinhas" contou.
Além do assédio das pretendentes, a exposição de Renato — um dos profissionais mais bem pagos do país — gera conflitos externos que afetam a jovem.
"Brigo logo. Tenho que trabalhar isso na minha terapia. Aprendi que não posso ficar com meu telefone quando acaba o jogo. Entendo que o futebol mexe muito com as pessoas, é uma paixão nacional, mas ele é meu pai. Acabo ficando com os nervos ficam à flor da pele. Mas eu não posso deixar isso tomar conta de mim" desabafa.
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