Fernanda Torres e mais artistas lamentam morte do cineasta Luiz Carlos Barreto: "O cinema deve tudo a ele"
Publicada:22/07/2026 15:19:00
Redação RedeTV!
Produtor faleceu nesta quarta-feira (22) por complicações de pneumonia

Foto: Reprodução/Instagram
O cineasta Luiz Carlos Barreto morreu aos 98 anos em decorrência de uma infecção pulmonar por pneumonia, no Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (22). A perda do produtor mobilizou homenagens de diversos artistas e personalidades brasileiras.
Atrizes que estrelaram a obra O Que É Isso, Companheiro? usaram as redes sociais para manifestar o carinho pelo veterano. A artista Fernanda Torres prestou sua homenagem destacando o impacto do profissional na sua trajetória.
"O MAIOR. Devo a ele a minha entrada no cinema, e o cinema deve a ele tudo", disse.
O longa no qual a atriz viveu a militante Maria concorreu ao Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.
Veja:
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A atriz Cláudia Abreu também ressaltou momentos marcantes ao lado do produtor.
"Barretão. Que figura maravilhosa, gentil e tão importante pro nosso cinema! Fizemos juntos O Que É Isso, Companheiro? e tenho muitas lembranças divertidas de nossa aventura no Oscar concorrendo a melhor filme estrangeiro"
A artista fez questão de estender o carinho aos familiares do profissional. Ela destacou a parceria de sete décadas mantida com a companheira dele.
"Ele formava uma dupla imbatível com a querida Lucy fazendo filmes inesquecíveis e também na defesa incansável do nosso cinema. Um beijo carinhoso pra Lucy, Bruno, Paula, Júlia e pra toda a família"
Confira:
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Gloria Pires também prestou homenagem ao cineasta. Em publicação no Instagram, ela compartilhou uma foto ao lado do produtor e enviou uma mensagem de carinho à família. “Barretão, guerreiro do cinema brasileiro, descanse em paz. Aqui, meu amor à família Barreto, que é um pouco minha também”, escreveu.
Veja:

Considerado um dos ícones do Cinema Novo, o cearense estava com a saúde debilitada desde 2024. Suas primeiras produções incluem obras emblemáticas como Vidas Secas e Terra em Transe.
A empresa fundada por ele em 1963 viabilizou grandes sucessos do cinema nacional, como Dona Flor e Seus Dois Maridos. Títulos de grande bilheteria como O Quatrilho também integram o catálogo do estúdio.
Um documentário sobre a trajetória do produtor está em fase de produção sob a direção de sua neta Julia Barreto. A obra prevista para 2028 reunirá depoimentos de personalidades do audiovisual brasileiro.
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