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Caso Brennand: Advogada do empresário perde guarda do filho para o ex-marido, atual de Val Marchiori

Redação RedeTV!

Decisão provisória transfere permanência do jovem para a casa do pai

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

A socialite Val Marchiori vai morar com o filho da advogada Karina Kufa em sua residência. A mudança aconteceu após o empresário Amilton Augusto da Silva Junior, atual companheiro da influenciadora e pai da criança, obter a guarda provisória do jovem na Justiça.

O pai moveu a ação de alteração de guarda após Kufa se casar com o ex-empresário Thiago Brennand. O homem cumpre pena em regime fechado na penitenciária de Potim, no interior de São Paulo. A decisão judicial determinou que o jovem permaneça com o pai até a análise final do caso.

Em vídeo publicado nas redes sociais, Val diz que admira o companheiro pelas atitudes. "Uma das maiores qualidades que você tem e eu admiro é o pai presente que você sempre foi para o seu filho. É lindo o que você faz por ele. O Amilton dá a vida pelo filho e eu tenho muito orgulho disso. Quero dizer que eu te apoio. Nossa família toda está muito feliz seu filho está sendo muito amado”.

O companheiro de Marchiori, com quem ela está junto desde 2025, justificou a medida judicial em virtude do casamento da ex-mulher com o detento. "A minha ex-mulher (Karina Kufa) decidiu se casar com um sujeito que está preso condenado por vários crimes. Entre eles, um crime horrendo que é o estupro . Eu, enquanto pai, não poderia fingir que nada está acontecendo. Sou um pai presente, atento, sempre fui. Eu não poderia dormir tranquilo sabendo que meu filho está no meio de uma situação dessas”.

O genitor ressaltou que vai agir em conformidade com a Justiça para resguardar a integridade do filho. "Vou tomar todas as providências possíveis dentro da legalidade, do que a lei permite, para protegê-lo. Tenho o apoio da minha família. Ele está bem. Não seria coerente comigo e com ele se eu achasse isso normal", prosseguiu.

O que aconteceu?

O atual marido da advogada foi condenado a mais de 20 anos de prisão por crimes como estupro, sequestro, cárcere privado, constrangimento ilegal, agressão e registro não autorizado de intimidade sexual. O casamento com a defensora, que integra a sua equipe jurídica, ocorreu no dia 2 de julho por procuração pública.

No dia 13 de julho, o detento recebeu nova condenação de 31 anos de prisão por estupro, lesão corporal e por obrigar uma ex-namorada a tatuar as iniciais do nome dele. Recentemente, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo absolveu o réu de uma das nove acusações de estupro.

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