Após mostrar rosto inchado, Juju do Pix revela resultado de cirurgia para remover óleo
Publicada:09/01/2026 09:30:00
Redação RedeTV!
A influenciadora compartilhou com os fãs a evolução de seu rosto 50 dias depois do procedimento

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
A criadora de conteúdo Juliana Oliveira, a Juju do Pix, compartilhou com seus seguidores nesta quarta-feira (7) os resultados iniciais da cirurgia de alta complexidade realizada para a remoção de óleo mineral de seu rosto. Aproximadamente 50 dias após a intervenção, a influenciadora apresentou uma fisionomia com redução notável no inchaço e maior definição na região dos lábios, embora as cicatrizes do processo de reconstrução ainda sejam visíveis. Ao comentar sua aparência atual, Juliana manteve o tom descontraído: "Um corpo é um corpo. Elas que chorem".
A recuperação de Juju do Pix é descrita como um processo lento que exige paciência e múltiplas etapas. A influenciadora destacou que a maior dificuldade não reside apenas nos riscos cirúrgicos, mas na complexidade técnica de retirar o material injetado. "Não digo nem pelos riscos, mas pelo grau de dificuldade que é para tirar esse produto do meu rosto. Então, não é fácil", declarou Juliana, que ainda deve passar por novas intervenções para concluir o tratamento.
O histórico do caso remonta a 2017, quando Juliana, uma mulher transexual em busca de traços femininos, recorreu a uma clínica clandestina. Na ocasião, o estabelecimento afirmou utilizar silicone industrial, porém, o inchaço persistente confirmou a aplicação de óleo mineral. O apelido "Juju do Pix" surgiu justamente das campanhas de arrecadação online para financiar a correção do procedimento. Apesar de ter arrecadado R$ 20 mil e participado de programas de TV, a influenciadora enfrentou críticas sobre a gestão das doações, ao que respondeu ter desistido da operação naquela época e doado o montante.
A cirurgia, finalmente realizada em novembro de 2025, seguiu uma abordagem conservadora devido ao estado crítico dos tecidos faciais. Segundo o médico responsável, a área estava "totalmente impregnada por óleo mineral", apresentando uma textura enrijecida que confirmava os exames de ressonância prévios. Vale ressaltar que a Anvisa proíbe estritamente a injeção de óleo mineral e silicone industrial no corpo humano, mantendo regras rígidas inclusive para o uso de substâncias permitidas, como o PMMA.
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