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Após anunciar morte de professor do 'Dança dos Famosos', Mariana Xavier se emociona com carinho dos fãs

Gabrielle Gonçalves/Redação RedeTV!

Coreógrafo foi encontrado sem vida na sexta-feira (9), em Curitiba (PR)

(Foto: Reprodução/Instagram e Divulgação/Globo)

[Alerta de gatilho: este texto aborda temas sensíveis, como a depressão e o suícidio. Caso você se identifique com algum dos sintomas aqui mencionados, sugerimos que entre em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV) pelo telefone 188. O atendimento funciona 24 horas por dia, sem custo de ligação].

A atriz Mariana Xavier, mais conhecida pelo papel como Marcelina em “Minha Mãe É Uma Peça”, se emocionou ao agradecer o carinho recebido dos fãs, após anunciar a morte de Léo Blanco, seu professor no “Dança dos Famosos”, em 2017. No final de semana, a artista se despediu do amigo, encontrado morto no apartamento em que morava em Curitiba, Paraná, na última sexta-feira (9).

"Quero agradecer às inúmeras mensagens de acolhimento e apoio que recebi desde que postei sobre a morte do Léo… Foi uma onda de amor que eu desejo do fundo do meu coração que envolva o espírito dele e conforte quem também ficou desolado com essa notícia”, publicou Mariana via Stories do Instagram.

“Como eu escrevi anteriormente, a palavra para mim é uma importante ferramenta de cura. Saber que consegui transformar a minha dor em um alerta importante para que outras vidas não se percam de forma tão trágica aliviou pelo menos um pouco o aperto no meu peito".

No sábado (10), a atriz prestou uma homenagem ao amigo. “Era tarde da noite quando eu comecei a receber mensagens de pessoas que eu não conhecia me contando a notícia que eu não queria que fosse verdade. A depressão infelizmente fez mais uma vítima fatal”, escreveu ela, que disse estar “dilacerada”.

Sem revelar a causa da morte, em outro momento, Mariana Xavier fez um apelo aos seguidores para que não minimizem a importância de cuidar do bem-estar emocional.

“Saúde mental é coisa muito séria. As pessoas carregam dores profundíssimas que a gente nem imagina. Vivemos tempos difíceis que obrigam muita gente a ser funcional e sorridente mesmo em situações de sofrimento psíquico, porque os boletos seguem chegando e o tempo não para pra que elas se recuperem. Não é frescura, não é falta de fé. É uma doença que não escolhe gênero, classe, idade…”.

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)

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