Pablo Marçal alega erro de digitação em declaração de R$ 7,4 bilhões ao TSE
Redação RedeTV!Candidato do PRTB afirma que patrimônio caiu para R$ 149 milhões desde 2024

(Foto: Reprodução/Youtube)
O candidato do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) à Presidência da República, Pablo Marçal, afirmou nesta segunda-feira (17) que a declaração de bens registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o valor de R$ 7,4 bilhões decorre de um erro de digitação.
A prestação de contas do ex-coach aponta um salto de 4.276% em relação ao montante informado em 2024, quando disputou a Prefeitura de São Paulo e acumulava R$ 169,5 milhões. Do total cadastrado no sistema eleitoral neste fim de semana, R$ 6,7 bilhões correspondem a aplicações de renda fixa, além de um terreno em Santana de Parnaíba, em São Paulo, avaliado em R$ 490 milhões.
Em entrevista transmitida pelo canal 'Brasil Paralelo' no YouTube, o empresário sustentou que os dados reais mostram uma redução em suas posses no período recente. O político alega acumular R$ 149 milhões atualmente, valor R$ 20 milhões inferior ao patrimônio declarado na disputa municipal anterior.
“É óbvio que é um erro de digitação. Se você pegar o chatgpt e perguntar quais os bens que o Marçal declarou em 2024 e 2026, aponta a falha pra mim? Dica que eu dou para o TSE é: não deixem pessoas digitarem na hora de subir o drap porque vai dar muito erro. Minha declaração de imposto de renda é bem extensa. É só pegar o arquivo de imposto de renda e importar”, declarou.
O ex-postulante à Prefeitura de São Paulo atribuiu a responsabilidade pela falha à equipe partidária responsável pela alimentação da plataforma oficial.
“Não sei quem do partido acabou fazendo esse erro. Mas profeticamente eu recebo e sei que, em breve, com a curva que a gente está tendo de receita, em alguns anos a gente consegue bater esse número. Mas ela é muito menor. E tenho uma notícia triste para todo mundo: de 2024 para 2026 o meu patrimônio caiu. O valor correto é R$ 149 milhões”, afirmou.
Atualmente inelegível até 2032, a figura pública aguarda a apreciação do seu pedido de registro de candidatura pelo Tribunal Superior Eleitoral nos próximos dias. O arranjo político da legenda definiu uma chapa 'puro sangue', na qual o presidente nacional da sigla, Leonardo Avalanche, passa a ocupar o posto de candidato a vice-presidente, tendo informado bens no montante de R$ 495 milhões.
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