20/03/2026 18:24:00 - Atualizado em 20/03/2026 18:27:00

Mudança de depoimento: Coronel admite relação sexual com PM Gisele antes de feminicídio

Redação/ RedeTV!

Novo depoimento do suspeito coincide com provas técnicas da Polícia Civil

(Fonte: Reprodução/ Redes Sociais) 

O tenente-coronel Geraldo Leite Costa Neto admitiu à polícia ter mantido relações sexuais com a esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, pouco antes da morte da vítima. O depoimento ocorreu na última quarta-feira (18), data em que o oficial foi preso pelo crime de feminicídio ocorrido há um mês.

A nova versão do investigado contradiz afirmações anteriores colhidas durante o inquérito. Até então, o militar sustentava que o casal enfrentava uma crise e não possuía contato íntimo desde agosto de 2025.

“A gente conversou, nos emocionamos, choramos ali, abraçados, sentados no sofá, lembrando os momentos bons, nos beijamos, tivemos, ali mesmo, no sofá da sala, uma relação sexual, e ali, a gente fez, vou usar o termo, fez amor pela última vez. Daí, quando terminou a relação sexual, a gente foi dormir cada qual no seu quarto”, disse à polícia.

O relato de Costa Neto converge com os laudos periciais realizados após a exumação do corpo da policial. As análises técnicas confirmaram a presença de espermatozoides no canal vaginal da vítima, o que indica coito recente antes do disparo na cabeça.

“Na análise da amostra do exame sexológico há resultado positivo para espermatozoides no canal vaginal conferindo a existência de coito vaginal recente”, aponta o documento das análises periciais.

O oficial tornou-se réu na Justiça por feminicídio qualificado e fraude processual. A denúncia do Ministério Público sustenta que o crime foi praticado em contexto de violência doméstica no estado de Goiás.

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