Sumiço de ex-mulher do goleiro Bruno foi voluntário, conclui Polícia Civil de MG
Redação RedeTV!Investigada deu entrada intubada no setor de politraumatizados após socorro do Samu

(Foto:Reprodução/Redes Sociais)
A Polícia Civil de Minas Gerais encerrou o procedimento investigativo sobre o sumiço de Dayanne Rodrigues do Carmo de Souza, de 39 anos, na tarde desta segunda-feira (6). As apurações da corporação apontaram que o desaparecimento da ex-mulher do goleiro Bruno Fernandes ocorreu de forma voluntária e sem indícios de crime. As informações são do Metrópoles.
A instituição de segurança pública informou o encerramento do caso por meio de uma nota oficial. “Dessa forma, não subsistem elementos que justifiquem a continuidade da apuração, razão pela qual o procedimento investigativo foi encerrado”, comunicou a polícia.
A ex-esposa do atleta havia desaparecido na manhã de quinta-feira (2) após deixar as duas filhas com a avó em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O atual marido da mulher registrou um boletim de ocorrência informando que ela saiu de casa com destino à residência da mãe, mas não retornou.
O companheiro relatou ter encontrado cartas de despedida deixadas por ela. Ele também afirmou que o telefone celular da esposa continha mensagens de cobranças por supostas dívidas com agiotas.
A mulher foi localizada e socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência na noite de sábado (4). As autoridades locais não divulgaram o local exato onde o resgate foi realizado.
A paciente deu entrada inicialmente na Unidade de Pronto Atendimento Santa Terezinha, na região da Pampulha, em Belo Horizonte. Posteriormente, ela foi transferida para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, localizado na região leste da capital mineira.
A internada estava intubada em estado grave no setor de politraumatizados até este domingo (5). A ala hospitalar é especializada no atendimento de pacientes com traumas graves e múltiplas lesões.
A Prefeitura de Belo Horizonte e a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais informaram que não podem fornecer atualizações sobre o estado de saúde da paciente. As entidades justificaram a retenção dos dados em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados.
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