Polícia Militar prende terceiro suspeito de participar de atentado contra tenente da Rota
Redação Rede TV!Estado oferece recompensa de R$ 50 mil por pistas de quarto suspeito foragido

Foto: Reprodução/Instagram
Um suspeito de participar da tentativa de assassinato de Ronickson Pimentel dos Santos, tenente da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e irmão de Eloá Pimentel, foi preso nesta terça-feira (7), na região de Heliópolis, zona Sul de São Paulo. O homem, de 34 anos, foi identificado como Luiz Henrique de Oliveira Nascimento.
A Polícia Militar efetuou a captura na rua Lício de Miranda. Durante a abordagem, o investigado admitiu envolvimento no crime e informou ter ocultado a motocicleta que os executores utilizaram na ação contra o oficial.
O detido foi encaminhado ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), onde os agentes cumpriram um mandado de prisão em aberto. O preso agora permanece sob custódia e à disposição do Poder Judiciário.
Esta ação marca a terceira detenção relacionada ao caso, que já tem outros dois homens sob custódia, com idades de 40 e 52 anos. Adicionalmente, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo fixou uma recompensa de R$ 50 mil por pistas que ajudem a capturar Hércules da Costa Siqueira, conhecido pelos apelidos de “Golias” ou “Peruca”.
O atentado contra o policial militar ocorreu na manhã de sábado (27), na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. O agente de segurança saía de uma academia quando dois homens em uma moto o surpreenderam.
Os criminosos emparelharam o veículo e efetuaram disparos na cabeça da vítima. Uma equipe do Samu realizou o atendimento inicial no local do crime.
Em razão da gravidade das lesões, o helicóptero Águia transportou o militar ao hospital de forma emergencial. O tenente é o irmão mais velho de Eloá Pimentel, adolescente assassinada em 2008 pelo ex-namorado Lindemberg Alves, após um cárcere de 100 horas.
Anteriormente, no domingo (28), a corporação havia detido outros três homens em Guaianases, na zona Leste da capital. O grupo teria fornecido apoio logístico e de transporte para a execução do plano.
Dentre os detidos naquela data, um dos homens confessou a participação no crime. O integrante mais jovem do grupo, de 24 anos, acabou liberado pelas autoridades após prestar depoimento.
A Rota reuniu indícios que apontam para a existência de um monitoramento e planejamento prévios por parte dos executores. O setor de inteligência da polícia investiga a atuação da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) na coordenação do ataque.
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