Polícia confirma que freira de 82 anos foi estuprada antes de morrer em convento no Paraná
Redação RedeTv!Irmã Nadia Gavanski dedicou 55 anos à vida religiosa e tinha dificuldades na fala devido a um AVC anterior

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
A Polícia Civil do Paraná concluiu, na sexta-feira (27), o inquérito sobre a morte da irmã Nadia Gavanski, de 82 anos, ocorrida em Ivaí. As investigações apontam que a religiosa foi vítima de estupro antes de ser morta por asfixia dentro do convento Irmãs Servas de Maria Imaculada.
O crime aconteceu na tarde de sábado (21), quando um homem de 24 anos invadiu o local ao pular o muro da instituição. De acordo com o delegado Hugo Santos Fonseca, o laudo pericial foi decisivo para descartar a versão apresentada pelo suspeito e confirmar a violência sexual sofrida pela vítima.
Em depoimento, o investigado confessou a asfixia após a idosa gritar ao perceber sua presença. Ele alegou ter consumido álcool e drogas e afirmou que “ouviu vozes” ordenando o crime.
A identificação do suspeito ocorreu após o relato de uma fotógrafa que trabalhava no convento. Ela desconfiou do homem, que apresentava manchas de sangue nas roupas e arranhões no pescoço, e registrou imagens dele antes da fuga.
O investigado foi localizado em casa e reagiu à abordagem, agredindo policiais. Ele possui antecedentes por roubo, furto e violência doméstica e havia deixado o sistema prisional em dezembro de 2025, em liberdade provisória.
A Polícia Civil indiciou o suspeito por homicídio qualificado, estupro qualificado, resistência e violação de domicílio. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público do Estado do Paraná, que avaliará o oferecimento da denúncia.
A irmã Nadia Gavanski dedicou 55 anos à vida religiosa. Mesmo com limitações causadas por um AVC, mantinha atividades na comunidade do convento em Ivaí.
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