Mulher está em estado grave após uso de caneta emagrecedora vendida ilegalmente
Gabriela Espin/Redação RedeTV!Kellen Oliveira foi internada com dores abdominais, mas desenvolveu síndrome que compromete funcionamento dos órgãos

(Foto: Arquivo Pessoal)
Kellen Oliveira Bretas Antunes, de 42 anos, foi internada em estado grave em Belo Horizonte, Minas Gerais, após desenvolver complicações relacionadas ao uso de uma caneta emagrecedora obtida ilegalmente. De acordo com a família da vítima, ela utilizou a medicação, vinda do Paraguai, sem prescrição médica.
A vítima, inicialmente, foi internada por estar sentindo dores abdominais, porém os sintomas logo evoluíram para problemas neurológicos. A principal hipótese é de que ela tenha desenvolvido uma síndrome que afeta o funcionamento dos orgãos, a fala, a musculatura e os movimentos do corpo.
"Em um primeiro momento ela foi internada com muita dor abdominal, e foi comprovada a intoxicação medicamentosa. Meu pai pegou a ampola aqui em casa, levou para o [Hospital] João XXIII para fazer a análise, e lá eles não conseguiram fazer a análise porque era um medicamento do Paraguai", contou Dhulia Antunes, filha de Kellen, ao g1.
Em novembro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização de canetas emagrecedoras que ainda não foram reguladas no Brasil. Sem a regulamentação do órgão, não existem dados sobre a origem e efetividade do remédio.
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