Morte de jovem em salto de rope jump no interior de São Paulo repercute no exterior
Redação Rede TV!Jornais da Argentina e dos Estados Unidos destacaram falha grave

(Foto: Reprodução/Redes Sociais)
A morte de uma jovem após cair de uma ponte sem a corda de segurança durante um salto de rope jump no sábado (13) ganhou repercussão na imprensa internacional. O caso ocorreu na Ponte do Esqueleto, localizada na divisa entre os municípios de Limeira e Cordeirópolis, no interior do estado de São Paulo. A tragédia foi registrada em vídeo por testemunhas que estavam no local da atividade.
O jornal argentino Clarín destacou que a "jovem foi lançada ao vazio sem cordas e morreu devido aos ferimentos sofridos na queda". Outro veículo da Argentina, o La Nación, enfatizou que a morte trágica chocou todo o Brasil. Nos Estados Unidos, a rede de televisão NBC News abordou a ausência dos equipamentos de segurança e as prisões efetuadas.
As imagens do circuito de segurança e de celulares mostram a vítima, identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, sendo carregada por três funcionários até a extremidade da plataforma. Na sequência, a jovem é impulsionada para a frente. Logo após o início da queda, testemunhas gritam desesperadas pelas cordas que deveriam segurar a jovem.
A vítima despencou de uma altura de 40 metros e morreu no local antes da chegada do socorro. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros constataram o óbito na estrutura. A Polícia Civil do Estado de São Paulo informou que o cabo principal de segurança foi esquecido e permaneceu enrolado no chão.
Uma testemunha que estava na fila e saltaria logo após a jovem relatou que os instrutores ignoraram o procedimento padrão de checagem. De acordo com as investigações policiais, houve uma falha grave na conferência dos itens de proteção. Os funcionários da empresa de turismo de aventura esqueceram de conectar o sistema antiqueda ao corpo de Maria Eduarda.
Três instrutores foram presos em flagrante pela polícia após o acidente na Ponte do Esqueleto. Em depoimento formal, os operadores do salto não souberam explicar a causa do erro na plataforma. A delegada responsável pelo caso afirmou que os detidos se mostraram desnorteados e alegaram não recordar de quem era a obrigação de fixar as amarras.
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