Justiça de São Paulo nega sigilo em processo contra Oruam por disparo de arma
Redação RedeTV!Investigado recusou proposta de acordo que evitaria o prosseguimento da ação penal

(Foto:Reprodução/Redes Sociais)
A juíza Cláudia Vilibor Breda, da 2ª Vara de Santa Isabel, negou o pedido de sigilo processual na ação penal contra o rapper Oruam. O músico, filho de Marcinho VP, é réu por efetuar disparos de espingarda em uma área residencial de Igaratá, no interior de São Paulo. A informação foi antecipada pela colunista Manoela Alcântara, do portal Metrópoles.
O artista é considerado foragido há mais de um mês e responde pelo crime de disparo de arma de fogo desde janeiro de 2026. Segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), o fato ocorreu durante uma festividade, na presença de outras pessoas, em 19 de janeiro do ano passado.
A defesa do réu solicitou o segredo de Justiça sob o argumento de exposição excessiva do cliente. A magistrada rejeitou a tese por não verificar hipóteses legais que autorizem a restrição da publicidade dos atos processuais.
“Indefiro o pedido de decretação de sigilo, porquanto não se verifica, no caso concreto, qualquer das hipóteses legalmente previstas que autorizem a restrição à publicidade dos atos processuais. O titular da ação penal entendeu suficientes os elementos informativos colhidos até o presente momento para o oferecimento da denúncia, razão pela qual mantenho o recebimento da denúncia”, escreveu Breda.
A autoridade judicial destacou que o cantor recusou uma proposta de Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) feita pelos promotores. A medida poderia ter encerrado o caso sem a necessidade de continuidade da ação penal.
Breda determinou a citação do acusado via oficial de Justiça para que ele tome ciência formal do processo. Existe uma ordem expressa da Justiça do Rio de Janeiro à Polícia Federal (PF) para que o investigado seja preso caso tente deixar o país.
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