Em visita ao RS, Ronaldo Caiado promete apoio ao agronegócio e a endividados
Redação RedeTV!Candidato do PSD cumpriu agendas com entidades do agronegócio na Expointer, no município de Esteio, neste sábado (5)

(Foto: Reprodução/Instagram)
O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, cumpriu agenda de campanha no Estado do Rio Grande do Sul neste sábado (5). O postulante concentrou os compromissos em reuniões com representantes e entidades do agronegócio durante a realização da Expointer, no município de Esteio.
Em diálogo com lideranças do setor, o ex-governador de Goiás prometeu implementar medidas de apoio para produtores rurais endividados. O candidato também defendeu ações voltadas para a reconstrução econômica do território gaúcho após as enchentes registradas no ano de 2024.
O primeiro compromisso de Ronaldo Caiado na feira agropecuária ocorreu com representantes da Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul. O postulante esteve acompanhado do candidato ao governo gaúcho Gabriel Souza (MDB) durante a visita institucional aos pavilhões do evento.
A agenda no Estado do Rio Grande do Sul incluiu um almoço na sede da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul. O roteiro do candidato previu ainda passagens pelo Pavilhão da Agricultura Familiar, pela área de maquinários agrícolas e o acompanhamento da final da competição equestre Freio de Ouro.
Durante a visita técnica, o candidato do PSD defendeu a derrubada do sigilo em inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal sobre supostas fraudes envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro.
“É inaceitável e seria um golpe à democracia brasileira o povo brasileiro não saber o que consta ali, porque a população sabendo, logicamente, não vai votar neste que está comprometido”, declarou Ronaldo Caiado.
O presidenciável também teceu críticas à polarização política entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o candidato Flávio Bolsonaro (PL), adversários que lideram os levantamentos de intenção de voto.
“Não é possível nós termos no Brasil dois polos, um contra o outro, as maiores rejeições. Sem dúvida, eles não têm nada para oferecer ao país. Ao contrário, eles têm a esconder os escândalos em que eles estão envolvidos, e acho que não é esse o sentimento da população”, concluiu o candidato.
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