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No Brasil, um sírio e um congolês compartilham histórias de terror

Talal foi preso por ter o mesmo nome de um opositor do governo sírio. Depois de três meses e meio na cadeia, foi libertado. Apavorado com as atrocidades que presenciou no cárcere, decidiu deixar seu país para trás. O professor universitário Omana foi baleado, teve uma filha violentada e assassinada, foi separado da família e, com a ajuda de um soldado e dos Médicos Sem Fronteiras veio parar no Brasil, onde espera trazer a família um dia para conhecer a Praça da Sé.

Publicada: 05/11/2015

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