Suzane Von Richthofen quer brigar por herança de R$ 5 milhões deixada pelo tio
Gabriela Espin/ Redação RedeTV!Condenada pelos assassinato dos pais entrou com pedido para receber tutela do cadáver e se tornar inventariante dos bens
(Foto: Reprodução/TV Globo e Reprodução/SBT)
Suzane von Richthofen vai disputar a herança no valor de R$ 5 milhões deixada pelo tio, o médico Miguel Abdala Netto, encontrado morto no último dia 9. A “concorrente” será a prima de primeiro grau do médico, Silvia Magnani, com quem ele manteve um relacionamento por mais de dez anos. A informação é do jornalista Ullisses Campbell, autor da biografia sobre Suzane.
No fim de semana, as duas tentaram a liberação do corpo de Abdala Netto no Instituto Médico Legal (IML) e na 27º Delegacia de Polícia. A liberação do corpo ocorreu para Silvia, que realizou o enterro e sepultamento.
Miguel foi enterrado nesta terça-feira (13) em Pirassununga, no interior de São Paulo. Silvia constatou que Miguel desejava ser enterrado ao lado da mãe e dos avós. “Só estava eu no cemitério”, disse a prima ao jornalista.
“Quero que se faça justiça ao Miguel, pois no tempo que passamos juntos ele falava horrores da Suzane, porque ela matou a irmã dele e deixou o sobrinho [Andreas von Richthofen, irmão de Suzane] destruído emocionalmente. Se a Justiça entender que a herança deva ficar com ela, que assim seja feito”.
Ainda de acordo com Campbell, apenas as duas demonstraram interesse direto na herança. Mesmo se Abdala Netto tiver deixado um testamento, metade dos bens ficariam com o herdeiro indicado por ele e a outra metade iria para o herdeiro mais próximo. Como Miguel não tinha filhos, irmãos ou pais vivos, os parentes mais próximos na ordem de sucessão são os sobrinhos. Mas, se esse documento não existir, a herança, em teoria, deve ficar com Suzane e Andreas.
Miguel foi encontrado morto em casa, na zona sul de São Paulo, no sábado (10). João Batista da Silva, vizinho dele, estranhou a ausência do médico após dois dias sem vê-lo e contatou a polícia. Mesmo sem indícios de crime, a morte foi registrada como morte suspeita.
A casa onde o médico morava também teria se tornado motivo de conflito no patrimônio deixado, conforme Ullisses Campbell. Suzane e Silvia já teria procurado pelo vizinho em busca da chave para acessar a casa. De acordo com relatos, João deixou claro que só entregaria a chave caso houvesse uma ordem judicial.
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