30/11/2025 17:00:00 - Atualizado em 30/11/2025 17:00:00

SC: 'Papai Noel' é preso em shopping por estupro de vulnerável

Redação RedeTV!

Homem de 67 anos foi detido enquanto trabalhava no local

(Foto: Montagem RedeTV! com Reprodução/ Redes Sociais)

Indiciado por estupro de vulnerável, um homem de 67 anos foi detido enquanto trabalhava como Papai Noel em um shopping de Lages, na Serra de Santa Catarina. A prisão ocorreu na quinta-feira (27) e a Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (Dpcami) divulgou um vídeo do momento.

A Polícia Civil confirmou o indiciamento, mas ressaltou que os crimes investigados não teriam ocorrido nas dependências do estabelecimento comercial.

A delegada Bruna Viana, responsável pelo caso, informou que as investigações foram iniciadas a partir da denúncia de um crime que teria ocorrido neste ano. Contudo, por conta do sigilo do processo, ela não forneceu detalhes adicionais sobre as denúncias.

"O mandado foi expedido e nós fomos comunicados imediatamente para o cumprimento dele. Nesse mesmo momento, veio a informação de que esse indivíduo estaria exercendo a função de Papai Noel no shopping da cidade. Nós nos organizamos com a equipe de investigação e nos deslocamos imediatamente ao local," declarou Viana ao G1.

O inquérito policial referente a essa primeira denúncia já foi concluído, mas outras diligências investigativas permanecem em andamento. Após a localização e prisão, o homem foi encaminhado ao sistema prisional, onde está à disposição da Justiça.

Posicionamento do Shopping Center

Em nota oficial, o Lages Shopping Center confirmou ter sido "surpreendido pelas informações divulgadas acerca de investigação conduzida sob segredo de justiça pela Polícia Civil do Estado de Santa Catarina". A administração manifestou "seu absoluto repúdio a qualquer conduta que comprometa a integridade de seus clientes, em especial das crianças e famílias que frequentam o nosso empreendimento".

O shopping destacou que a ação policial não foi motivada por fatos ocorridos no empreendimento e que a prisão ocorreu sem comunicação prévia oficial devido ao sigilo da investigação. A empresa informou ter procedido à "imediata rescisão do contrato" e reforçou que a contratação havia sido realizada "em estrita obediência à legalidade e integridade".

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