20/07/2014 09:18:00 - Atualizado em 09/02/2018 12:57:00

Conheça 5 teorias que garantem que o homem nunca pisou na lua

Redação/RedeTV!

Há 45 anos, o homem chegava à Lua pela primeira vez. No domingo de 20 de julho de 1969, milhões de pessoas assistiram ao vivo pela televisão à chegada dos astronautas Neil Armstrong, Buzz Aldrin e Michael Collins da missão Apollo 11 ao satélite.

Neste dia, o astronauta Neil Armstrong, o primeiro a pisar em solo lunar, disse a emblemática frase que ecoaria pelo mundo: "Este é um pequeno passo para o homem, mas um grande salto para a humanidade".

Apesar da transmissão, que durou as 2 horas e 10 minutos, e das amostras de rochas lunares trazidas pelos astronautas, muitos não acreditaram no que seus olhos viam através da TV.

E, até hoje, há quem defenda teses de que o homem nunca pisou na Lua.

Conheça cinco famosas teorias da conspiração, que apesar de refutadas, ainda mantém a desconfiança sobre o pouso histórico:

1) Que vento é esse?

O leve tremular da bandeira americana fincada como se houvesse vento ou atmosfera em solo lunar é um dos argumentos que confirmaria a farsa do homem na Lua.

No entanto, esta é uma hipótese que já foi refutada diversas vezes. Além da haste vertical, a bandeira possuía um suporte horizontal para manter-se esticada. Inclusive, o suporte fica aparente nas imagens.

Além disso, as dobras do pano da bandeira americana reforçaram a impressão de "vento" na Lua e ajudaram a popularizar essa teoria.
2) Descida Hollywodiana 

Alguns teóricos da conspiração afirmam que a viagem do homem à Lua não passa de uma produção cinematográfica sob a direção do renomado cineasta Stanley Kubrick, realizador de filmes como '2001 - Uma Odisséia no Espaço', 'Lolita' e 'Laranja Mecânica'.


Segundo essa teoria, a farsa da descida dos astronautas ao solo lunar teria acontecido, na verdade, em uma região desértica em Nevada (EUA). No entanto, os motivos que teriam levado o cineasta a colaborar com a farsa não está claro.

3) Luz e sombra

Outro forte argumento que contesta a viagem do homem à Lua, questiona as sombras nas fotos. Nas imagens, as sombras dos objetos, das rochas lunares e dos astronautas apontam para sentidos diferentes (o que não é possível com apenas uma fonte de luz, como, por exemplo, o Sol).

O efeito só seria possível com várias fontes de luzes, ou, segundo a teoria anterior, com diversos refletores utilizados nos estúdios cinematográficos.

Segundo a NASA, a culpa do 'sentido indeciso' dos objetos em cena seria da superfície irregular da Lua. Essa afirmação de que o terreno seria o responsável por alterar a formação das sombras, também foi provada pelo famoso programa americano "Mythbuters: Caçadores de Mitos".

4) A pegada da discórdia 
 

A pegada perfeita deixada por Buzz Aldrin na superfície lunar naquele domingo em 1969 também gerou desconfiança.

Mas a NASA explica! A marca da bota do astronauta foi possível graças às irregularidades das partículas lunares, mesmo na ausência de umidade. Por isso, a pegada no solo do satélite se parece com as marcas em areia fofa.

5)#PartiuLua


Um fato que consuma a descrença da chegada do homem ao satélite é a pergunta: "Por que não voltaram à Lua se hoje em dia a tecnologia está muito mais avançada?"

O motivo é simples e não atinge somente a Nasa: o custo. Bancar outra viagem não seria barato, mesmo para a agência espacial mais rica do mundo.

Além disso, na época do Projeto Apollo - em meio a Guerra Fria - 5% do orçamento do governo americano era destinado para a Nasa. Hoje em dia, esse valor não a chega a 0,5% e a intenção é cortar a ainda mais.

É por isso que muitas empresas privadas estão se envolvendo em projetos como Mars One, que pretende instalar uma colônia humana em Marte a partir de 2025.

Evidências remasterizadas

Para os desconfiados de plantão, a Nasa divulgou na última quinta-feira (17) a versão remasterizada da transmissão original que mostrou a chegada à Lua. São três horas de vídeo que mostram operações em solo lunar, como a fixação da bandeira americana, a coleta de amostras e a realização de experimentos científicos.

Segundo a agência espacial, a imagem é melhor nos primeiros minutos do vídeo, que vieram da Austrália e Nova Zelândia, onde obtiveram melhor qualidade de recepção. Clique aqui para assitir.
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