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CONEXO CHINA
Rodrigo Luis reside em Shenzhen desde 2005. O empresrio fluente em mandarim e detalha nesta coluna tudo o que envolve a vida de um brasileiro na China.
 
 
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postado em 21/02/2018 16h55
China quer mais futebol de rua para fortalecer o esporte no pas
Quem nunca jogou futebol na rua usando chinelos, latas ou tijolos como trave? Pois isto que os chineses querem para fortalecer o esporte no pas. Depois de investir milhes para contratar jogadores famosos em todo o mundo, a China quer um projeto de longo prazo com maior ateno s categorias de base. leia mais
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postado em 14/02/2018 20h41
De ovelhas a tofu fedido: passageiros transportam de tudo nos trens-bala da China
Que a China possui uma das maiores linhas férreas do mundo todo mundo sabe. O que poucos conhecem, no entanto, são os "objetos" inusitados carregados pelos passageiros que atravessam o país.


Para se ter uma ideia, um homem foi flagrado levando uma ovelha morta comprada na Mongólia em um trem-bala que ia para Dalian, na província de Liaoning. 


Já Zhang Guangping transportava dois baldes de tofu fedido de Chengdu, província de Sichuan, para o condado de Yuechi de Guangan. De acordo com ele, o esforço é válido pois seu filho adora a iguaria.


O mesmo acontece com Wang, de 27 anos, que foi flagrado carregando uma caixa de camarão comprada em Qingdao, província de Shandong. Ele disse que os camarões eram para sua esposa e seu filho de 3 anos que moram na área rural de Ankang, província de Shaanxi.


O gosto da filha também foi a justificativa de Lin Li para carregar bacon caseiro e pudim de arroz tradicional. Ele levou a carga de 20kg para Chengdu, província de Sichuan.


Já Jiang Yuanhe levou nos trens brotos de bambu selvagens que colheu nas montanhas em Chengdu, província de Sichuan.


Até mesmo um quadro enorme com uma foto de casamento foi flagrado na Estação Ferroviária de Xangai. Sun levou o objeto para Bengbu, província de Anhui.

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Explosão toma conta de estrada na China

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postado em 05/02/2018 21h10
Ano Novo Chins movimenta turismo por todo o pas e expectativa de quase 3 milhes de viagens
Foto: Divulgação/Shenzhen North Railway Station

O Ano Novo Chinês, que será comemorado no dia 16 de fevereiro, está movimentando o turismo por todo o país. Tanto é que, nos 42 dias da Festa da Primavera, estão estimadas cerca de 2,98 bilhões de viagens pelo terrítório chinês, o que coloca grande pressão sobre o sistema de transporte local.

O aeroporto de Shenzhen, por exemplo, calcula receber mais de 5,43 milhões de pessoas durante o período, com o fluxo diário de passageiros atingindo 150 mil nas datas de pico: de 8 a 14 de fevereiro e de 21 a 25 de fevereiro.

Foto: Divulgação/Shenzhen North Railway Station

Já as estações de trens nos distritos de Luohu e Longgang esperam receber 3,21 milhões de passageiros, número 6,95% maior em relação ao ano passado. Vale lembrar que a rede ferroviária da China atingiu 127 mil quilômetros no final de 2017, incluindo 25 mil quilômetros para trens de alta velocidade. No ano passado, iniciou-se a construção de 3.038 km de novas pistas ferroviárias, o que deverá reduzir ainda mais a pressão sobre o transporte no futuro.

Este será o ano 4716 do calendário chinês, que representa o Ano do Cachorro. De acordo com a tradição chinesa, a comemoração é muito festiva com danças típicas, desfile do dragão e do leão, shows de músicas, além das artes marciais, feng shui e gastronomia.

Foto: Divulgação/Shenzhen North Railway Station

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postado em 30/01/2018 21h06
Entenda como a China pretende acabar com a pobreza no pas at 2020
Xi Jinping, presidente da China (Foto: Divulgação/Governo da China)

Em agosto de 2017, Xi Jinping, presidente da China, prometeu acabar com a pobreza no país até 2020. Mas como ele conseguirá fazer com que 43,3 milhões de pessoas deixem de ser pobres?

Vale destacar que a pobreza está concentrada em 22 províncias do centro e do oeste da China. São áreas rurais, em regiões montanhosas e remotas, com minorias étnicas ou atingidas por desastres naturais, como inundações e terremotos. Para se ter uma ideia, a população rural chinesa corresponde a 44% dos mais de 1,3 bilhão de habitantes.

O governo central chinês segue os parâmetros da ONU (Organização das Nações Unidas) e considera pobre quem vive com menos de US$ 1 por dia, o que significa que está nesta situação quem tem uma renda per capita anual abaixo de 2,5 mil iuanes (cerca de R$ 1,25 mil).

Entre as políticas de redução da pobreza rural estão programas de apoio a cooperativas agrícolas e ao turismo rural, isenção de impostos para os trabalhadores rurais, ampliação da cobertura dos serviços médicos e da educação obrigatória gratuita e microfinanciamentos a juros baixos a domicílios pobres para melhorar a produtividade no campo.

Pobreza na China se concentra em regiões rurais (Foto: Reprodução)

"Será a primeira vez na milenar história da China que não haverá pobreza extrema no país", disse o presidente Xi Jinping.

O vice-inspetor do Escritório de Redução da Pobreza do governo local, Zhang Haipeng, revelou que dos 91 milhões de habitantes de Sichuan, província no sudoeste do país, 2,7 milhões são pobres. "Ao mesmo tempo em que tivemos um desenvolvimento econômico acelerado nos últimos anos, ainda temos uma tarefa muito árdua no trabalho de redução da pobreza", destacou ele.

Segundo as autoridades locais, 1 milhão de pessoas deixaram de ser pobres nos últimos cinco anos na província de Liaoning, no nordeste da China. O número de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza foi reduzido de 1,26 milhão para 240 mil, e a proporção de pessoas indigentes caiu de 5,4% para 1% ao longo do período.

O governo provincial ajudou 1.121 aldeias empobrecidas e quatro municípios a diminuir a pobreza durante esse período, melhorando a construção de infraestrutura e os serviços públicos. O relatório de trabalho do governo provincial aponta que o objetivo é tirar da pobreza em 2018 mais 150 mil moradores, 500 aldeias e seis municípios.

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"Aplicamos diferentes políticas a diferentes pessoas e lares pois são diversas as causas da pobreza", explicou Zhang Haipeng. De acordo com ele, entre as medidas para retirar a população da pobreza figuram o desenvolvimento industrial para aumentar a geração de postos de trabalho e a ampliação da assistência médica: "De acordo com as estatísticas, a enfermidade é a causa da pobreza para 1 milhão de pessoas em Sichuan. Nosso objetivo é que possam ter acesso a serviços de saúde. Os gastos médicos não podem ultrapassar 10% da sua renda. O restante é coberto pelo governo".

Outro mecanismo são os subsídios a quem perdeu a capacidade de trabalho. Segundo Haipeng, a província de Sichuan tem 1 milhão de habitantes nessa situação. Para esses casos, o governo paga 3,3 mil iuanes (cerca de R$ 1,65 mil) ao ano a cada pessoa: "Quem ganha menos que 3,3 mil iuanes é considerado pobre em Sichuan".

Nos povoados de Nanshan e Yongtai, no distrito de Zhongjiang, em Sichuan, o trabalho de erradicação da pobreza é feito por meio do incentivo ao turismo rural e ao desenvolvimento da indústria agrícola, com produção de uvas, kiwis, gengibre e cogumelos.

Moro na China desde 2005 e posso dizer que poucas promessas do governo local não foram cumpridas. Erradicar a pobreza é algo que o país pode sim conseguir. Resta esperar para ver!
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postado em 23/01/2018 16h07
PIB de Shenzhen dever crescer 8,8% e ultrapassar R$ 1 trilho em 2017
(Foto: Divulgação/Shenzhen)

Em setembro de 2017, expliquei nesta coluna por que Shenzhen é considerada a cidade mais rica e descontraída da China. Uma das provas aconteceu nesta semana, quando o prefeito Chen Rugui enviou um relatório afirmando que o PIB (Produto Interno Bruto) da metrópole deverá crescer 8,8% em relação a 2016 e ultrapassar 2,2 trilhões de yuans (R$ 1 trilhão) em 2017.

O número significa que Shenzhen irá ultrapassar a capital da província de Guangdong, Guangzhou, mais uma vez já que Guangzhou reportou um PIB de 2,1 trilhões de yuans no ano passado. Shenzhen ultrapassou Guangzhou pela primeira vez em 2016.

A cidade é um centro de inovação que está ganhando crescente influência global, além de ser o lar das empresas Fortune Global 500 como Tencent Holdings Limited e Huawei Technologies Co Ltd. 

Na Consumer Electronics Show (Exposição Internacional de Eletrônicos de Consumo), realizada neste mês em Las Vegas, nos Estados Unidos, mais de 600 empresas de Shenzhen representaram quase metade dos expositores chineses.

As estatísticas mostram que os lucros médios das empresas de grande porte em Shenzhen subiram 22,7% ano a ano, enquanto o rendimento disponível per capita dos residentes locais aumentou 8,8%.

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"A China está comprando o Brasil", diz o presidenciável Jair Bolsonaro

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postado em 14/01/2018 14h52
Visitar o Exrcito de Terracota um dos passeios obrigatrios para quem viaja para a China
leia mais
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postado em 27/10/2017 21h42
Pequim iniciar fase de testes da sua primeira linha de trem movida por levitao magntica
(Foto: Xinhua/Zhang Chenlin)

A cidade de Pequim iniciará a fase de testes da sua primeira linha de trem de baixa e média velocidade movida por levitação magnética no fim deste ano. O intuito é diminuir o trânsito na região oeste da capital da China.

A linha S1, que possui 10,2km de extensão, conectará os distritos suburbanos de Mentougou e Shijingshan, e poderá transportar 160 mil pessoas por dia com uma capacidade de mil passageiros por trem de seis vagões.

(Foto: Xinhua/Zhang Chenlin)

De acordo com o diretor-geral da Corporação Maglev de Pequim, Wang Ping, oito estações, todas elevadas, foram construídas para uma velocidade máxima de 100km/h.

A levitação magnética move os trens sem tocar o chão pois a linha elimina a vibração e fricção entre rodas e pistas. As linhas e o eletromagnetismo formam um circuito magnético fechado sem vazamento do campo magnético para o ambiente externo.

(Foto: Xinhua/Zhang Chenlin)

A China tornou-se um dos primeiros países do mundo a dominar essa tecnologia após a primeira linha de levitação magnética de média-baixa velocidade entrar em operação em maio de 2016 em Changsha, capital provincial de Hunan.

Já Shanghai implementou o primeiro sistema comercial de levitação magnética do mundo, que corre entre o distrito central de negócios e o aeroporto de Pudong. Fabricado na Alemanha, o sistema de levitação magnética entrou em operação na cidade em 31 de dezembro de 2002.


(Fotos: Xinhua/Zhang Chenlin)

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postado em 20/10/2017 19h55
Viagens de trem na China so facilitadas por robs
(Foto: Divulgação)

A China Railway Corporation, que opera o transporte de passageiros nos trens da China, inaugurou uma série de novos serviços e instalações para tornar a experiência  dos serviços ferroviários mais agradável.

Compra de ingressos online, pagamentos através de celulares, reconhecimento facial para entrar em uma estação, pedidos de alimentos à bordo e até robôs foram implementados para satisfazer diversas necessidades. Os robôs, por exemplo, foram adicionados em várias grandes estações para responderem perguntas dos passageiros e fornecer entretenimento.

“Os robôs respondem dúvidas de passageiros sobre como comprar ingressos, como mudar uma data ou encontrar restaurantes ou um estacionamento nas proximidades. Eles são divertidos e deixam a espera por um trem menos chata”, explica Li Yang, membro da equipe da Estação Ferroviária de Jinan West, na província de Shandong.

(Foto: Divulgação)

Outra grande novidade é permitir que passageiros em alguns trens bala peçam online comida de restaurantes e a receba em seus assentos. O site e o aplicativo de reservas de bilhetes da China Railway Corp permitem aos usuários passar por estações selecionadas para receber refeições. Alguns restaurantes como o KFC são parceiros da China Railway Corporation.

Inicialmente, o serviço está disponível em 27 estações ferroviárias de alta velocidade em 24 cidades, principalmente capitais provinciais e grandes metrópoles, incluindo Xangai, Tianjin, Zhengzhou, Guangzhou e Nanjing.

De acordo com a China Railway Corporation, o movimento visa atender às demandas diversas e individualizadas dos passageiros através da introdução de mais marcas e restaurantes, diversificando opções de refeições e oferecendo serviços mais ricos.

(Foto: Divulgação)

“A nova tecnologia também enriquece as experiências de viagem dos passageiros. Na estação de trem de Lanzhou West, em Lanzhou, província de Gansu, um sistema de reconhecimento facial foi instalado em maio para permitir que os passageiros passem a verificação de segurança de forma mais eficiente”, conta Wang Jian, chefe da estação.

Um sistema de reconhecimento facial pode acelerar a verificação da identidade do passageiro, que foi feito anteriormente pelos membros da equipe da estação ferroviária que verificam os bilhetes de trem e os cartões de identidade. Agora, os passageiros digitalizam seus bilhetes e cartões de identificação na máquina de reconhecimento facial. Quando os passageiros fazem a varredura, uma câmera instalada na máquina irá capturar imagens faciais. Se a imagem corresponder ao cartão de identificação e ao ticket, o portão é aberto automaticamente para permitir a entrada.

Várias grandes estações de trem lançaram sistemas de reconhecimento facial, incluindo Guangzhou, Pequim e Changsha. A Estação Ferroviária Pequim West foi uma das primeiras a ter.

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Chineses batem recorde colocando uma multidão de robôs para dançar

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postado em 11/10/2017 19h51
Energia solar a que mais cresce no mundo e China impulsiona sucesso
Maior prédio comercial movido a energia solar do mundo fica na China (Foto: Divulgação)

Pela primeira vez na história, a energia solar superou o crescimento de todas as outras fontes de geração, incluindo o poluente carvão. Tudo graças à China, que segundo a última análise sobre o mercado de energia renovável realizada pela Agência Internacional de Energia (AIE), representa quase metade da expansão global.

Em 2016, a nova capacidade de geração de energia solar aumentou 50% em todo o mundo. Além disso, de acordo com o relatório Renewables 2017, as energias renováveis representaram quase dois terços da nova capacidade de geração no planeta no ano passado. O número representa quase 165 gigawatts (GW).

A expectativa da Agência Internacional de Energia é que as renováveis deverão aumentar a capacidade em 43% até 2022, sendo que China, Estados Unidos e Índia representarão dois terços da expansão renovável global nos próximos cinco anos.

China é o maior produtor de energia solar do mundo em capacidade (Foto: Divulgação)

O crescimento esperado é de 1.000 GW até 2022, o que equivale a cerca de metade da atual capacidade global da geração a carvão, que levou 80 anos para ser construída. Estes dados podem representar uma nova era para a energia mundial já que a queda dos preços da energia solar e as políticas governamentais estão contribuindo para o sucesso desta fonte.

Aqui na China é comum vermos estabelecimentos movidos pela energia solar. Ao contrário, infelizmente, do que acontece quando vou ao Brasil. Mas a esperança é que este cenário mude e que o Brasil passe a utilizar cada vez mais esta fonte renovável.

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Mundo Melhor: chuveiro capta energia solar e 'apita' em banho demorado

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postado em 06/10/2017 20h29
Cdulas e moedas so coisas do passado na China
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