De segunda a sexta, às 15h

Blog

Polícia prende 33 acusados por tráfico na Grande SP

A Polícia Civil prendeu 33 pessoas e apreendeu nove adolescentes durante cumprimento de mandados judiciais de prisão na região de Mogi das Cruzes, na Região Metropolitana de São Paulo, entre quinta-feira, 18, e esta sexta, 19.
Ao todo, 70 policiais civis participaram da ação. Os presos foram acusados de tráfico de drogas, na maioria, mas houve duas prisões por porte de armas de fogo e dois foram acusados de assaltos. Segundo o delegado seccional de Mogi das Cruzes, Marcos Batalha, os presos são colaboradores da facção Primeiro Comando da Capital (PCC), organização que atua dentro e fora dos presídios paulistas.

Os pedidos de prisão, feitos pelo Ministério Público, foram obtidos depois de cerca de 30 dias de investigação, ainda segundo a polícia de Mogi.

Além das prisões, os agentes cumpriram 25 mandados de busca e apreensão em locais apontados como estoques ou pontos de venda de entorpecentes. Apreenderam cerca de 2,1 mil pinos com cocaína, 411 trouxinhas de maconha além de embalagens com crack e frascos de lança-perfume.

Os presos foram encaminhados para os Centros de Detenção Provisória de Mogi das Cruzes e de Suzano. Os adolescentes detidos foram para unidades da Fundação Casa.

Acidente com ônibus da banda Tihuana mata motorista

Um acidente que envolveu o ônibus da banda Tihuana na madrugada de sexta-feira (19) na rodovia Fernão Dias em Camanducaia, Minas Gerais, deixou um motorista morto. Por conta do ocorrido, o trecho da rodovia ficou interditado das 4h às 7h da manhã. 

Segundo a polícia rodoviária, um homem que conduzia um Palio na contramão morreu na hora ao colidir de frente com o ônibus. Um exame toxicológico será realizado para saber se a vítima havia ingerido bebida alcoólica antes de dirigir. Nenhum documento foi encontrado com o motorista. 

Em nota oficial, a banda Tihuana informou que todos os seus integrantes estavam no veículo, mas ninguém ficou ferido. Os músicos seguiam para a cidade de João Monlevade, onde farão show nesta sexta. O comunicado intera que a agenda será mantida em respeito aos fãs. 

Confira a nota na íntegra: 

"Vimos por meio dessa informar que o ônibus que levava a banda Tihuana para cumprir a agenda de shows do fim de semana - João Monlevade/MG (19/09) e Conselheiro Lafaiete / MG (20/09) -  sofreu um acidente nesta madrugada na Rodovia Fernão Dias, por volta das 04h da madrugada.

Toda equipe e banda estão bem e não sofreram ferimento algum.

Eles seguiam viagem  e um carro imprudentemente entrou na contramão e pegou o ônibus de frente. A equipe e a banda lamentam muito pelo ocorrigo e pelo falecimento do motorista do veículo que ocasionou o acidente. A agenda de shows do fim de semana seguirá normalmente, até por uma questão de respeito aos fãs da região".

Preso PM acusado de matar camelô na zona oeste de SP

Um policial militar, integrante da Operação Delegada, foi preso na noite desta quinta-feira, 18, após matar o camelô Carlos Augusto Muniz Braga, de 30 anos, durante tumulto, às 17h15 desta quinta, na Lapa, zona oeste da capital paulista. A operação é um convênio entre PM e Prefeitura, em que o policial trabalha no horário de folga na fiscalização de camelôs.
A confusão começou quando três PMs da operação voltada a coibir o comércio irregular abordaram o ambulante Isaías de Carvalho Brito, de 27 anos, que vendia DVDs piratas ilegalmente na Rua 12 de Outubro. Segundo versão divulgada inicialmente pela Polícia Militar, após ser abordado, Brito se negou a entregar a mercadoria e recebeu voz de prisão. Nesse momento, de acordo com a versão da polícia, um grupo de cerca de 30 pessoas, entre eles Braga, saiu em defesa do colega e iniciou uma briga com os três PMs. Um dos policiais teria tido parte do colete arrancado e outro agente da polícia foi encurralado pelos ambulantes dentro de uma loja e jogado no chão. Na confusão, dizia a polícia, foi dado um disparo acidental, que atingiu a boca de Braga.

Horas depois do fato, porém, veículos de comunicação tiveram acesso a vídeos feitos por pessoas que estavam no local, no momento da confusão, e registraram o que ocorreu. Imagens obtidas pela reportagem mostram Brito sendo abordado pelos três PMs e tendo as mercadorias apreendidas. Eles conversam até que um policial dá um tapa no ambulante, que tenta reagir e é dominado e agredido por outro policial, o mesmo que, mais tarde, daria o tiro. Policiais e o ambulante caem no chão, mas Brito é rapidamente dominado e imobilizado por dois PMs. O terceiro, autor do tiro, fica em pé e saca a arma e o spray de pimenta e começa a apontá-los para pessoas que se aproximam.

Um grupo de ambulantes, entre eles Braga, começa a pedir que a PM solte Brito, alegando que "ele é trabalhador". Braga é o que mais argumenta. O policial em pé fica mais de dois minutos com a arma em punho. Ao contrário da versão oficial, não há nenhum policial sendo agredido ou encurralado. Durante o bate-boca, Braga tenta retirar da mão do PM o spray de pimenta e é baleado no rosto pelo policial que estava em pé, conforme mostra outro vídeo, divulgado pelo Jornal da Record. Braga foi levado ao Hospital das Clínicas, em Cerqueira César, zona oeste de São Paulo, onde morreu.

Uma das testemunhas do crime, a irmã de Braga, que não se identificou, disse que o irmão só estava tentando ajudar colegas envolvidos na briga. "Ele só foi socorrer o amigo que estava no chão quando o policial atirou na boca dele", contou ela, desesperada e aos prantos.

Prisão

Após a divulgação dos vídeos, a Secretaria da Segurança Pública informou que o policial autor do disparo, que não teve o nome revelado, foi preso e encaminhado para o Presídio Militar Romão Gomes. Ele seria autuado em flagrante por homicídio doloso (com intenção de matar) na noite desta quinta.

A pasta também divulgou nota em que informou que o caso já estava sendo apurado tanto pela Corregedoria da PM quanto pela Polícia Civil e as imagens estavam sendo analisadas. Disse ainda que "não compactua com desvios de conduta de policiais". Após a execução, houve confronto entre a PM e ambulantes. Brito foi preso por desacato e outras cinco pessoas acabaram detidas por dano.

PM expulsa nove militares condenados pela morte da juíza Patrícia Acioli

O Comando da Polícia Militar (PM) determinou a exclusão de nove policiais militares condenados pela Justiça na morte da juíza Patrícia Acioli, crime ocorrido em agosto de 2011. Ela foi vítima de emboscada e morreu com 21 tiros quando chegava em casa, em Piratininga, região oceânica de Niterói, na região metropolitana do Rio. A exclusão foi publicada no boletim interno da corporação.

Na lista de expulsos estão  o terceiro-sargento Charles de Azevedo Tavares; os cabos Alex Ribeiro Pereira, Jeferson de Araújo Miranda, Sammy dos Santos Quintanilha, Sergio Costa Junior, Carlos Adílio Maciel Santos e Jovanis Falcão Junior e os soldados Júnior Cezar de Medeiros e Handerson Lents Henriques da Silva. Na decisão do comando da PM ficaram de fora o tenente-coronel Cláudio de Oliveira e o tenente Daniel dos Santos Benitez Lopes.

O 7° Batalhão da PM (São Gonçalo),  onde os militares eram lotados, foi comandado, à época do crime, pelo tenente-coronel Cláudio Luiz Silva Oliveira, condenado em março  deste ano  a 36 anos de prisão pela morte da juíza. Patrícia Acioli trabalhava no Fórum Regional do município e já tinha condenado vários PMs por crimes na região.

Pelo mesmo crime, o  Conselho de Sentença do 3º Tribunal do Júri de Niterói condenou, em dezembro de 2013, o tenente da Polícia Militar Daniel Benitez  a 36 anos de reclusão. O réu foi condenado em regime inicialmente fechado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, assegurar a impunidade de outros crimes e emboscada) e por formação de quadrilha. Ele era considerado o braço direito do tenente-coronel Cláudio de Oliveira no batalhão.

A Secretaria de Segurança Pública informou que, no caso do tenente-coronel Cláudio de Oliveira e do tenente Daniel Benitez, em função de o processo de expulsão dos policiais ter sido anteriormente sobrestado (suspenso) pela Justiça, os oficiais permanecem como integrantes da corporação. No entanto, assim que o Tribunal de Justiça enviar a conclusão do processo com o pedido de perda do cargo público, a exclusão será confirmada.

Chefe do tráfico no Alemão é preso na Operação Urano

Dos 41 mandados de prisão expedidos na Operação Urano, 21 foram cumpridos nesta quinta-feira, 18, durante a ação para combater o tráfico de drogas no complexo de favelas do Alemão, na zona norte do Rio. Outras quatro pessoas foram presas, duas em flagrante e duas que estavam foragidas, num total de 25 detidos. Entre eles, segundo a Polícia Civil e o Ministério Público do Rio (MP-RJ), está o homem que seria o atual líder do tráfico de drogas no Alemão: Edson Silva de Souza, conhecido como "Orelha".
Para Polícia, MP-RJ e Secretaria Estadual de Segurança (Seseg), o grupo está ligado a todos os ataques este ano às Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) do Alemão. Desde o início do ano, seis PMs das UPPs de Alemão e Penha morreram após confronto com traficantes, o último deles na semana passada, o comandante da UPP Nova Brasília. Para todos os órgãos envolvidos na operação, a quadrilha está envolvida também em manifestações de rua no Alemão. "Todas as manifestações ocorridas no Alemão desde janeiro estavam a mando daquela facção criminosa, sob a desculpa de estarem revoltados com a ação da polícia. Mas eram todas ordenadas pelo tráfico de drogas", disse o promotor Fábio Miguel.

Com o acirramento dos confrontos entre policiais e traficantes, este ano, têm ocorrido diversos protestos no Alemão. Um deles, uma "caminhada pela paz", em agosto, pedia o fim da morte de inocentes em confrontos com a polícia. O subsecretário de Inteligência da Seseg, Fábio Galvão, reiterou a posição do promotor: "Esse grupo (alvo da Operação Urano) está envolvido em todas as manifestações, inclusive políticas. Foi tudo orquestrado". O delegado Felipe Curi os acompanhou: "Após todas as operações que fizemos, houve manifestações, todas estimuladas pelo tráfico com a desculpa de que estávamos prendendo inocentes, só porque não tinham antecedentes criminais".

O subsecretário de Inteligência afirmou que não ficou comprovada ainda ligação direta de nenhum dos denunciados com o assassinato do comandante da UPP Nova Brasília, na semana passada. Ele acredita, entretanto, que a quadrilha está sim associada à morte dele e dos outros PMs este ano no Alemão. A morte do comandante está sendo investigada pela Divisão de Homicídios da Polícia Civil.

Motorista morre após bater carro em poste no MT

Na madrugada desta quinta-feira (18), um motorista morreu após bater um veículo de passeio contra um poste da rede elétrica em Cuiabá, no Mato Grosso.

Segundo a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito de Cuiabá, o motorista teria perdido o controle do veículo, que estava em alta velocidade. Com o forte impacto, o poste de concreto quebrou ao meio e o motorista foi jogado para o banco traseiro.

O homem de 32 anos estava sozinho no veículo e morreu no local do acidente.

Polícia apura caso de abuso sexual em escola de Bauru

Polícia Civil apura o caso de uma menina de 11 anos que teria sofrido abuso sexual por seis colegas, de 11 a 13 anos, durante o horário de aula na escola estadual Padre Antônio Jorge de Lima, segunda-feira, 15, em Bauru, no interior de São Paulo.
Segundo a polícia, a menina disse que caminhava pelo corredor quando seis meninos a atacaram. Uma amiga chamou a professora e os meninos fugiram. Ao chegar em casa, chorando, a menina avisou a mãe, que procurou a polícia.

Os meninos foram levados à Central de Polícia Judiciária (CPJ) e depois de contar o que aconteceu ao delegado, foram liberados.

Como envolve menores de idade, a ocorrência foi registrada como ato infracional de natureza de estupro de vulnerável. Em nota, a Secretaria da Educação informou que a Diretoria de Ensino "repudia o ocorrido" e que "os responsáveis pelos estudantes" foram convocados. A nota diz que os estudantes reconhecidos pela garota serão suspensos.

1 2 3 4 5 6 7